{"id":291,"date":"2019-01-08T17:26:31","date_gmt":"2019-01-08T19:26:31","guid":{"rendered":"http:\/\/celuladecarga.com.br\/17\/?page_id=291"},"modified":"2019-01-13T20:45:06","modified_gmt":"2019-01-13T22:45:06","slug":"strain-gages-extensometros-eletricos","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/celuladecarga.com.br\/17\/strain-gages-extensometros-eletricos\/","title":{"rendered":"Strain Gages"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-377 alignleft\" src=\"http:\/\/celuladecarga.com.br\/17\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/sg.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"189\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Strain Gages \/ Extens\u00f4metros El\u00e9tricos, s\u00e3o elementos resistivos anal\u00f3gicos ( 350, 700 e 1000 ohms) fixados na estrutura de c\u00e9lula de carga que variam a resist\u00eancia dependendo da for\u00e7a de compress\u00e3o ou tens\u00e3o \u00a0que a estrutura da c\u00e9lula de carga recebe.<!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A resist\u00eancia el\u00e9trica de um strain gage varia proporcionalmente com o valor da deforma\u00e7\u00e3o do corpo de prova.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O strain gage mais amplamente utilizado \u00e9 o strain gage de componentes met\u00e1licos os\u00a0 quais s\u00e3o formados por um fio muito fino ou, mais comumente, por folhas met\u00e1licas dispostas em um padr\u00e3o de grade. O padr\u00e3o de grade maximiza a extens\u00e3o dos fios ou folhas met\u00e1licas sujeitas \u00e0 deforma\u00e7\u00e3o na dire\u00e7\u00e3o paralela. A grade \u00e9 colada a um suporte fino, denominado base, que \u00e9 fixado diretamente no corpo de prova. Dessa forma, a deforma\u00e7\u00e3o sofrida pelo corpo de prova \u00e9 transferida diretamente ao strain gage, que responde com uma varia\u00e7\u00e3o linear de sua resist\u00eancia el\u00e9trica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As c\u00e9lulas de carga com tecnologia strain gage levam internamente quatro extens\u00f4metros ligados entre si conforme o conceito da\u00a0<strong>ponte de Wheatstone\u00a0.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A sa\u00edda de uma c\u00e9lula de carga de strain gage \u00e9 expressa em termos de mV \/ V e \u00e9 diretamente proporcional \u00e0 entrada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por exemplo, uma c\u00e9lula de carga com uma sa\u00edda de 2 mV \/ V e com uma excita\u00e7\u00e3o de 10 volts aplicada resulta em uma sa\u00edda bruta de 20 mV para a capacidade da c\u00e9lula de carga. A maioria dos fabricantes especifica as sa\u00eddas da c\u00e9lula de carga entre 1,0 e 5,0 mV \/ V,\u00a0 o que depende do fator de medi\u00e7\u00e3o e da tens\u00e3o operacional da estrutura da c\u00e9lula de carga, embora 2 mV \/ V seja mais comum.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-491 size-medium\" src=\"http:\/\/celuladecarga.com.br\/17\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/pontews-300x264.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"264\" srcset=\"http:\/\/celuladecarga.com.br\/17\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/pontews-300x264.png 300w, http:\/\/celuladecarga.com.br\/17\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/pontews.png 420w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>Exemplo:<\/p>\n<ul>\n<li>Alimenta\u00e7\u00e3o da Ponte: (P1 e P2) :\u00a0 10 a 12 VCC<\/li>\n<li>Sinal de sa\u00edda (S1 e S2): 0 a 20 mV<\/li>\n<li>Sensibilidade = S \/E = 20 \/ 10 = 2mV\/V<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 atrav\u00e9s da medi\u00e7\u00e3o do desbalanceamento da ponte de Wheatstone que se obt\u00e9m o valor da for\u00e7a aplicada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A forma geom\u00e9trica, o material do corpo da c\u00e9lula de carga, a intensidade da for\u00e7a\/carga a ser medida e as condi\u00e7\u00f5es ambientais devem ser objeto de um meticuloso estudo quanto \u00e0 escolha da c\u00e9lula de carga.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-301 alignleft\" src=\"http:\/\/celuladecarga.com.br\/17\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/histerese.png\" alt=\"\" width=\"250\" height=\"211\" \/>Considerando-se que a temperatura gera deforma\u00e7\u00f5es em corpos s\u00f3lidos e que estas poderiam ser confundidas com a provocada pela a\u00e7\u00e3o da for\u00e7a a ser medida, h\u00e1 necessidade de se \u201ccompensar\u201d os efeitos de temperatura atrav\u00e9s da introdu\u00e7\u00e3o, no circuito de Wheatstone, de resist\u00eancias especiais que variem com a temperatura de forma inversa a dos extens\u00f4metros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Toda c\u00e9lula de carga quando submetida \u00e0 uma for\u00e7a\/carga descreve uma \u201ccurva da deforma\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o da carga\u201d onde alguns par\u00e2metros s\u00e3o importantes:<\/p>\n<p><strong>Histerese, Repetibilidade, N\u00e3o -Linearidade e Flu\u00eancia<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Histerese:<\/strong> A diferen\u00e7a m\u00e1xima entre as leituras de sa\u00edda do transdutor para a mesma for\u00e7a aplicada, uma leitura obtida aumentando a carga a partir do zero e a outra diminuindo a carga\u00a0 a partir da escala nominal. Um efeito normalmente presente ao ciclo de pesagem que deve ser controlado com a escolha conveniente da liga da mat\u00e9ria-prima da c\u00e9lula de carga decorrente de trocas t\u00e9rmicas com o ambiente da energia el\u00e1stica gerada pela deforma\u00e7\u00e3o, o que acarreta que as medi\u00e7\u00f5es de cargas sucessivas n\u00e3o coincidam com as descargas respectivas (Fig. 3).<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Repetibilidade:<\/strong> A indica\u00e7\u00e3o da mesma deforma\u00e7\u00e3o decorrente da apIica\u00e7\u00e3o da mesma carga sucessivamente.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>N\u00e3o-Linearidade:<\/strong> Desvio da m\u00e9dia dos valores dos sinais das c\u00e9lulas de carga de uma linha reta at\u00e9 a for\u00e7a zero aplicada e a for\u00e7a m\u00e1xima aplicada.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Flu\u00eancia ( <\/strong><em><strong>Creep):<\/strong> <\/em>Consiste na varia\u00e7\u00e3o da deforma\u00e7\u00e3o ao longo do tempo ap\u00f3s a aplica\u00e7\u00e3o da carga. Este efeito decorre de escorregamentos entre as faces da estrutura cristalina do material e apresenta-se como varia\u00e7\u00f5es aparentes na intensidade da for\u00e7a sem que haja incrementos na mesma (Fig. 4).\n<p><figure id=\"attachment_302\" aria-describedby=\"caption-attachment-302\" style=\"width: 250px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-302 size-full\" src=\"http:\/\/celuladecarga.com.br\/17\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/creep.png\" alt=\"Figura 4\" width=\"250\" height=\"171\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-302\" class=\"wp-caption-text\">Figura 4<\/figcaption><\/figure><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Strain Gages \/ Extens\u00f4metros El\u00e9tricos, s\u00e3o elementos resistivos anal\u00f3gicos ( 350, 700 e 1000 ohms) fixados na estrutura de c\u00e9lula de carga que variam a resist\u00eancia dependendo da for\u00e7a de compress\u00e3o ou tens\u00e3o \u00a0que a estrutura da c\u00e9lula de carga recebe.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":377,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_joinchat":[],"footnotes":""},"class_list":["post-291","page","type-page","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/celuladecarga.com.br\/17\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/291","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/celuladecarga.com.br\/17\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"http:\/\/celuladecarga.com.br\/17\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/celuladecarga.com.br\/17\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/celuladecarga.com.br\/17\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=291"}],"version-history":[{"count":15,"href":"http:\/\/celuladecarga.com.br\/17\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/291\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":494,"href":"http:\/\/celuladecarga.com.br\/17\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/291\/revisions\/494"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/celuladecarga.com.br\/17\/wp-json\/wp\/v2\/media\/377"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/celuladecarga.com.br\/17\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=291"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}